Património Templário Nacional

Conjunto arquitetônico situado no município de Tomar, UNESCO 1983. Localiza-se em local estratégico para a defesa do território e suporte no avanço da conquista além Tejo. 

O castelo da Ordem do Templo, do século XIII, era parte integrante da defesa da linha do médio Tejo. A Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha foi a capital da civitas Igaeditanorum, que terá sido fundada por Augusto.

D. Teresa doa o Castelo de Soure à ordem dos Templários em 1128, doação confirmada por D. Afonso Henriques em 1129, altura em que é atribuída a reformulação do castelo aos templários, passando a integrar a linha defensiva meridional de Coimbra.

Terá sido fundada em 1154, segundo a inscrição colocada sobre a porta principal, por iniciativa do mestre templário Hugo Martins e tido por construtor o frade Pedro Arnaldo, Comendador de Santarém.

Castelo construído pela Ordem do Templo provavelmente no início do séc. XIV, sobre um outro mais antigo. Local estratégico na defesa da fronteira leste de Portugal, faz parte da linha de defesa do médio Tejo juntamente com outros castelos Templários.

O castelo terá sido doado no século XII à Ordem do Templo, fazendo parte do território doado aos Templários por D. Teresa, em 1128. D. Afonso Henriques terá incumbido a Ordem da defesa da capital do reino, Coimbra

Monsanto e Idanha-a-Velha foram doados à Ordem dos Templários para que a milícia defendesse a defesa da capital do reino, Coimbra, por Sul e Leste.

O castelo é representativo da identidade portuguesa: a fortaleza defensiva é o símbolo religioso, político e militar da criação de Portugal, no seguimento da obra dos Cruzados e posteriormente dos Templários. 

Após a extinção da Ordem, Pussos passou para o mestrado da Ordem de Cristo, que ali constituiu uma comenda, anexa à igreja matriz.

Trata-se de uma das primeiras propriedades Templárias doadas à Ordem, por D. Teresa, e mais tarde, confirmada pelo filho D. Afonso Henriques (1126).

O castelo remonta à segunda metade do século XII, ou seja, à presença Templária na região. Terá sido construído sob uma fortificação edificada e foi sofrendo muitas alterações ao longo dos séculos.

O castelo terá sido construído no século XII pela Ordem do Templo para a defesa da fronteira leste de Portugal, articulando-se com os demais castelos Templários da Beira.

“A pérola do Tejo” localiza-se numa pequena ilha escarpada e constitui um dos castelos mais emblemáticos da Reconquista Cristã.

A torre templária terá sido mandada edificar sobre uma fortaleza ou torreão romano. A obra terá sido encomendada por D. Gualdim Pais, Mestre da Ordem do Templo, na segunda metade do século XII.

Castelo desaparecido, terá sido construído, provavelmente, no séc. XIII, pela Ordem do Templo. Localizado em local estratégico face à defesa da fronteira leste de Portugal

A capela terá sido construída em finais do séc. XII, na época templária, da qual permanece apenas uma lápide comemorativa do falecimento do eremita Rício, ou Rijo.

Os mouros ali habitaram até 1147, altura em que Sintra foi entregue a D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, na sequência da conquista de Lisboa.

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