Suportes: dois templários, à dextra um cavaleiro vestido de branco, com capa, e insígnia, empunhando uma espada na sua mão direita; à sinistra um escudeiro vestido de negro, empunhando o estandarte da ordem na sua mão esquerda.
Grande colar da ordem pendente do escudo; pavilhão de vermelho forrado de arminhos; coroa real antiga; listel com a insígnia latina: “NON NOBIS DOMINE”.
Cruz de D. Afonso Henriques
Selo do Rei D. Afonso Henriques, o Conquistador.
Bandeira
Plena de branco com a Cruz vermelha ao centro.
A Vexillum Belli, em caso de guerra, ficava sempre perto do Mestre.
Estandarte
A metade superior em branco e a metade inferior em preto, com a cruz vermelha anexada ao campo branco.
As cores preto e branco simbolizam a ferocidade do Templário para com seus inimigos e sua bondade para com seus amigos.
Mais tarde, no século XIII, a cruz vermelha dos Templários teria sido adicionada.
Fresco, Igreja Templária de San Bevignate, Perugia, Itália (1290).
Beauceant
bandeira de batalha dos Templários, transportada no campo de batalha.
O grito de guerra da Ordem era beauseantriscossaalla.